Foto de um barreiro do Sítio Malhada Limpa em Currais Novos
As observações meteorológicas, cheia de valores com relação aos índices pluviométricos, pressão do ar e relações no universo caótico da atmosfera são uma das formas de se tratar da seca. Antônio Barbosa, coordenador da Articulação do Semi-Árido (ASA), organização com forte presença em ações não governamentais em toda região, classifica a seca como periódica e previsível a cada intervalo de 30 anos. “Houve seca em 1816, com a família real portuguesa no Brasil. O fenômeno serviu de estímulo para revolução pernambucana. Houve seca em 1845, quando dom Pedro II viaja ao sertão e, pela primeira vez, é idealizada a transposição do Rio São Francisco”, rememora Antônio Barbosa.
Antônio Barbosa também retrocede 30 anos para apontar, nos anos 80, novamente um período crítico de estiagem prolongada na região. Os dados foram apresentados em diferentes níveis de governo pelos representantes da ASA. “Eles desconhecem a periodicidade do fenômeno”, protesta.
E atualmente, a região vive um estado de profunda seca, onde reservatórios que nunca haviam secado, agora estão secos e a falta de água afeta a economia e também, a vida de todos os moradores.
E atualmente, a região vive um estado de profunda seca, onde reservatórios que nunca haviam secado, agora estão secos e a falta de água afeta a economia e também, a vida de todos os moradores.

