O radialista Loureiro Neto, que trabalhava há anos na Rádio Globo, teve morte cerebral constatada na noite de terça-feira (25). Ele sofria de problemas cardíacos e desde o dia 16 de janeiro estava internado no Copa-DOR, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Às 9h15 desta terça-feira (26) os médicos aguardavam apenas a autorização da família para desligar os aparelhos. Até este horário não havia informações sobre o dia e o horário do velório e do enterro.
Em nota, a Rádio Globo divulgou uma homenagem ao radialista, descrito pelos colegas como “o mais carioca dos portugueses”:
“Loureiro nasceu em Portugual, mas adotou e foi adotado por Copacabana. Conhecia os bares, os garçons, os jornaleiros, os porteiros e peladeiros. Loureiro era da praia e do futebol. Vascaíno apaixonado, foi referência e criou escola de como fazer uma cobertura esportiva. Ele era da praia, da bola e do samba. Mangueirense, foi presidente de ala na verde e rosa e um defensor das tradições e do bom carnaval. Loureiro foi o mais carioca dos portugueses”.

Tá no Blog de Robson Pires que a entrevista foi publicada hoje no Caderno de Cultura do Jornal Correio e assinada pelo jornalista Astier Basílio quase passou despercebida da grande imprensa. O entrevistado, o renomado fotógrafo Toddy Holland, que faz parte da equipe de colaboradores da Revista Playboy.
Se você é daqueles que acreditam que ouvir rádio é um costume que ficou no século passado está na hora de pausar a tecla shuffle do mp3 e rever seus conceitos. O rádio está mais vivo que nunca e é companhia constante de 73% dos brasileiros. É o que revela a pesquisa Tribos musicais, que acaba de ser divulgada pelo Ibope Media. De acordo com o estudo, os ouvintes de rádio no Brasil estão presentes – em maior ou menor grau – em todas as classes sociais, todas as faixas etárias e em todos os níveis de escolaridade.
Após a concessão de Indicação Geográfica do Melão de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte, o estado poderá contar com um segundo produto certificado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Já está em andamento o processo de pedido para registro de Indicação Geográfica do tradicional Bordado do Seridó.


