Nesta madrugada, mais uma vez o velho conhecido da policia Sérgio Roberto de Oliveira Silva, o Brizolinha, 28 anos, sem endereço definido, foi preso. Ele furtou R$ 250,00 de um cidadão que parou seu carro próximo ao trailer do Dedé, para verificar alguns equipamentos, e de repente Brizolinha entrou no carro e retirou esse dinheiro da carteira a vítima.
logo em seguida a PM caiu em campo e localizou o acusado próximo ao Hospital da Unimed, já sem o dinheiro, que havia gastado todo em uma noitada.
Brizolinha tem aproximadamente, entre entradas e prisões em sua carreira criminal, cerca de 250 presenças registradas junta a policia. Não é exagero nenhum dizer que trata-se de uma autoridade no segmento do crime, pois quando o mesmo adentrou na cela 03 do CDP, os presos festejaram muito a sua volta, pois trata-se de um ente querido para os mesmos.

Esse Brizolinha é um figura, tem o roubo como vício, conheço ele desde criança, crescemos no mesmo bairro e jogávamos bola quase todo dia. Lembro também da primeira vez que ele roubou, ou pai dele o puniu e acabou sendo punido pela justiça e num desabafo disse que “se a justiça sabe educar os filhos dos outros que tomasse conta logo do dele então”.
Acho q no fundo, até alguns PMs tem uma certa afeição à pessoa dele pois o mesmo é (à pesar dos pesares) o que podemos dizer de uma simpatia, qm foi q nunca riu das entrevistas dele na TV à Cabo? quando ele começa com “-Veja bem prezado Renato (Isaac, ou outro que esteja fazendo a matérias). Algum dia ainda gravo a entrevista dele, boto no You tube e ele vai virar uma celebridade (como já é com os demais detentos).
Estou imaginando a cena da chegada dele à cela e me estourando de rir da arrumação.
Éramos da mesma turma de amigos ele, o finado Padé (morto por um alienígena ou um sací-pererê e quem sabe até pela mula-sem-cabeça), Memêi, Manel, Ciélio e tantos outros que hoje estão ou estiveram no caminho errado. É realmente impossível prever o destino, mas o hoje é simplesmente fruto do que plantamos.
Naquele tempo, quem viu aquela turma brincando no meio da rua jamais poderia imaginar que grande parte dela estaria hoje estampando às páginas policiais.