POR BLOG DO JOTA DANTAS – Morreu nesta quarta (14), Carlos Eduardo Alves, que entrou na PM em 2010, e pertencia a Força Tática do 9º Batalhão. Omesmo foi vítima de um assalto na cidade Areia Branca, quando estava em férias com sua família, em um bar , quando os criminosos chegaram, anunciaram o assalto, e ouve troca de tiras, chegando a morrer um criminoso local , e mais esse herói perde a vida. Duda como era conhecido pelo colegas, se destacava como sendo dos melhores motoristas da PM RN. Os outros dois comparsas envolvidos nesse crime morreram depois em troca de tiros com a PM, após o crime.
Arquivos diários: 15 de Junho de 2017
Preso diz ser do Sindicato RN e que se pegar os inimigos daquele jeito

‘Meu silêncio não está à venda’, diz Cunha, em depoimento à PF
O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) negou nesta quarta-feira, 14, em depoimento à Polícia Federal, ter recebido propinas da JBS em troca de se manter calado nas investigações da Operação Lava Jato. Cunha prestou depoimento no inquérito que investiga o presidente da República, Michel Temer, por corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.
“Meu silêncio não está à venda”, disse Cunha, segundo o advogado Rodrigo Sanchez Rios, que acompanhou o depoimento.
De acordo com Rios, Cunha negou “categoricamente” todas acusações de pagamento de propina feitas pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República (PGR), Joesley disse que pagava uma mesada a Cunha e ao operador Lucio Funaro em troca do silêncio dos dois. Disse ainda que Temer sabia da mesada. Em gravação anexada ao inquérito, Joesley diz ao presidente: “Eu tô bem com o Eduardo.” E Temer responde: “Tem que manter isso, viu.”
“O deputado ressaltou que nunca procuraram ele. Nem o presidente Temer nem interlocutores do presidente. Ele negou categoricamente. Respondeu de forma geral”, disse o advogado.
Mãe acorrenta em casa filha viciada em crack
Desesperada com as ameaças recebidas de traficantes, uma mulher de 43 anos decidiu manter a filha de 17 anos, dependente química, acorrentada a um guarda-roupas, em Sorocaba, interior de São Paulo. A mãe foi detida e a garota, libertada, na noite de terça-feira, 13, por integrantes da Guarda Civil Municipal (GCM) e do Conselho Tutelar.
De acordo com o comandante da GCM, Antonio Marco Mariano de Carvalho, a adolescente era usuária de cocaína e crack desde os 12 anos. Conforme o relato da mãe, ela devia dinheiro para vários traficantes e estava sendo ameaçada de morte. “Ela alegou que decidiu acorrentá-la por razões de segurança e por total desespero, por não ver outra saída”, disse o agente.
A equipe da GCM e do Conselho Tutelar se dirigiu à residência, uma casa simples no bairro Nova Esperança, zona norte da cidade, após receber denúncia anônima. Dominada por traficantes, a região é uma das mais violentas do município.
A adolescente foi encontrada no quarto, com a corrente atada aos pés, o cadeado trancado e presa ao pé do móvel. Para libertar a adolescente, a GCM teve de quebrar o cadeado, pois a chave não foi encontrada. A jovem foi levada à Unidade de Pronto Atendimento da zona norte, onde recebeu atendimento médico, e encaminhada para um abrigo da prefeitura.
“A mãe ficou surpresa com a nossa chegada, mas permitiu a entrada e em nenhum momento escondeu a situação. Ela se disse aliviada por estarmos encaminhando a filha para atendimento médico e social. É como se tivéssemos tirado um peso dos ombros dela”, disse Carvalho.
A mãe, que é auxiliar de cozinha e cria a filha sozinha, contou que tomara a medida havia cerca de 40 dias, porque a jovem saía de casa apenas para se drogar. Disse que precisava trabalhar e ela ficava sozinha.
Maus-tratos
A adolescente estava magra e desnutrida. Segundo a mãe, não aceitava comida e dizia que só se alimentaria após usar droga. A mulher foi levada para o plantão da Polícia Civil e indiciada em inquérito por maus-tratos. Como não há previsão de prisão em flagrante para o crime, ela vai responder em liberdade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
