Seus pais faziam mais sexo que você, diz pesquisa

Triste realidade, amiguinho: seus pais faziam mais sexo na década de 90 do que você faz hoje. Mas não seja tão duro consigo mesmo. A culpa é da tecnologia.
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade College London investigou a vida sexual de 15 mil adultos britânicos – e comparou com dados obtidos nos anos 1990. Temos um histórico maior de parceiros sexuais hoje. Os entrevistados haviam transado, em média, com 12 mulheres(contra uma média de 8, nos anos 90), enquanto elas transavam com cerca de 8 parceiros (não contaram qual era média delas antes…). Mas, em compensação, fazemos menos sexo: três vezes por mês, em média. Há, 20 anos, a história era outra: sexo cinco vezes por mês.
É que agora há uma infinidade de coisas para fazer antes de dormir: responder as mensagens noWhatsapp, conferir quantos amigos curtiram sua última foto no Instagram, checar seu e-mail, as últimas notícias do seu time e, claro, conferir como anda o Facebook. Aí sobra pouco espaço para o sexo, essa coisa démodé.
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por Caboré Locações Publicado em Ciência

Tempo nublado em Currais Novos

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DSC00925Devido a escassez de chuvas no Sertão, e com a chegada de Janeiro, já se cria a expectativa. E hoje, nesta primeira sexta-feira do ano, o tempo amanheceu em Currais Novos nublado e trazendo boas impressões de que teremos a primeira chuva do ano.

Já existe animais morrendo pela falta de alimento e se continuar assim a situação ficará mais preocupante, pois o abastecimento de várias cidades já encontra-se ameaçado.

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por Caboré Locações Publicado em Ciência

Vacina contra o vício da cocaína pode ser eficaz

Uma vacina contra o vício em cocaína deve estar pronta para ser usada em hospitais em até três anos, disse em entrevista ao G1 um dos principais pesquisadores do projeto para desenvolver o produto nos Estados Unidos, o professor de psiquiatria da Universidade Baylor de Medicina, Thomas Kosten.

O tratamento tem função terapêutica e não “previne” o vício, mas fortalece o sistema imunológico do dependente e ajuda a combater o uso da droga, segundo o médico. “Ela [a vacina] ajuda a produzir anticorpos específicos contra a cocaína”, ressalta.

O princípio da vacina é o de vincular uma quantidade bem pequena da droga a uma proteína inofensiva. A substância resultante da combinação, ao ser injetada no organismo do viciado, faz com que seu sistema imunológico produza anticorpos contra a cocaína e a proteína, ressalta Kosten.

G1.com

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por Caboré Locações Publicado em Ciência

Mudança drástica em Currais Novos

Na manhã de hoje em Currais Novos o clima tem uma mudança drástica na temperatura. Um leve garoa tomando conta da cidade e amenizando além da temperatura a poeira principalmente das ruas que ainda não são calçadas.

A vontade de continuar dormindo contrasta com o serviço cotidiano. 

por Caboré Locações Publicado em Ciência

Mulher passa dois meses e meio inclinada para evitar perder bebê

Donna Kelly aguarda nascimento da filha  (Foto: Reprodução/Daily Mail)Uma mulher britânica de 29 anos passou dois meses e meio em uma cama inclinada para diminuir os riscos de perder o bebê que estava esperando. Donna Kelly havia passado por dois abortos naturais, após o nascimento de seu primeiro filho, quando os médicos avisaram que sua quarta gestação também estava sob risco.

Segundo reportagem do jornal Daily Mail, um problema no útero de Kelly fazia com que o bebê ficasse muito “para baixo”. A cama inclinada foi a saída para que a gravidade ajudasse a evitar o parto antes da hora.

Ela ficou na cama o tempo todo, saindo apenas para usar o banheiro.

Bebê chuta tumor na barriga e salva mãe de câncer

A gerente de negócios Layla Stephen não sabia que tinha câncer quando passou a sofrer de fortes dores de estômago, logo após o nascimento de seu filho, Hadley, em 2008.

Exames revelaram que ela tinha uma forma rara de tumor, que o bebê o havia chutado para a região do apêndice, quando ainda estava na barriga da mãe.

Se a criança não tivesse feito isso, provavelmente Layla não teria sentido nenhum sintoma a tempo de começar o tratamento, acreditam os médicos que a trataram. Quando foi diagnosticada, o câncer já havia se espalhado. Se demorasse mais um tempo, dificilmente ela seria salva.