A boca é a tornozeleira eletrônica

ISTO E.jpgISTOE.COM.BR – Com uso regulamentado em junho de 2010, quando a Lei 12.258 foi sancionada pela presidência da República, o setor de tornozeleiras eletrônicas vive um boom desde que a Polícia Federal deu início à operação Lava Jato. Não causa surpresa que a sede da Spacecom Monitoramento, empresa que detém 90% do mercado, seja em Curitiba: é ela quem fornece o dispositivo para a Justiça Federal. Embora não divulgue dados sobre seu crescimento desde o início da força-tarefa comandada pelo juiz Sérgio Moro, a Spacecom registrou aumento de 296% nas vendas entre 2011 e 2015. Hoje, ela monitora cerca de 20 mil presos em 16 estados. Na UE Brasil Tecnologia, sediada em Brasília, a expansão foi de 100% apenas no último ano – e a previsão é repetir o feito em 2017. “Quando passamos a investir em tornozeleiras, não imaginávamos que seria um mercado tão explosivo, com tanta visibilidade”, diz Marcelo de Almeida, diretor executivo da empresa que monitora 2100 presos no Rio Grande do Sul e em breve irá atender também o Distrito Federal.

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