Justiça não obriga policiais a voltarem a trabalhar sem receber

O desembargador Dilermano Motta, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, negou um pedido feito pela Procuradoria-Geral do Estado para suspender a paralisação realizada pelas polícias Civil e Militar desde a última terça-feira (19).

Os militares deflagraram a operação “Segurança com Segurança” e afirmam que só deixam os batalhões com viaturas, materiais de proteção e armas em condições adequadas para uso, além de exigirem o pagamento em dia dos salários atrasados. Já os policiais civis, que aderiram ao movimento e estão em regime de plantão, também cobram os pagamento em dia dos salários.

A informação quanto à decisão do desembargador, tomada ainda durante a quinta-feira (21), foi confirmada pela Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. O TJ funciona em escala de plantão até o próximo dia 8 de janeiro.

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