Ezequiel recebe apoio para campanha de combate a violência domestica

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira (PSDB), recebeu nesta terça-feira (1º) o apoio da Prefeitura de Natal para a continuidade da campanha de conscientização e combate à violência doméstica, que tem como tema: “Violência Doméstica: precisamos dar um basta nisso”. Ao lado de secretários municipais, o prefeito Álvaro Dias (PSDB) se reuniu com o presidente da Casa e colocou os serviços já oferecidos pela capital potiguar à disposição da iniciativa capitaneada pela Assembleia.
 
“É importante fazer um agradecimento à Prefeitura por se unir à campanha tão importante iniciada pelo Legislativo. É um trabalho motivado a partir de números lamentáveis que comprovam o crescimento da violência doméstica neste período de pandemia. E nossa atuação é para que a campanha chegue a todos os recantos do Estado. Saber do apoio do município de Natal é fundamental para a continuidade do trabalho”, disse Ezequiel.
 
O prefeito Álvaro Dias destacou algumas iniciativas do Executivo natalense voltadas para atender à mulher vítima da violência doméstica, como a Casa Abrigo, o Centro de Referência da Mulher e a Patrulha Maria da Penha, entre outros. “Quero parabenizar a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte por ter iniciado – em meio a pandemia da Covid-19 – uma campanha de todos. O que mostra a importância e a necessidade desse trabalho em todos os poderes com estrutura para a proteção da mulher”, disse o gestor.
 
Dados da violência doméstica no Brasil – principalmente em relação às vítimas mulheres – apontam que 1 em cada 5 mulheres já foi espancada pelo companheiro e, em 71% dos casos, a violência ocorre com frequência. No Rio Grande do Norte os casos cresceram (assustadoramente) 258% neste período de quarentena.
 
Seguindo as ações da campanha da ALRN e em virtude do aumento considerável dos números da violência doméstica durante a pandemia, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte ofereceu gratuitamente, e de forma remota, atendimento psicológico às vítimas e agressores.
 
O prefeito Álvaro Dias esteve acompanhado dos secretários municipais Andréa Dias (Trabalho e Assistência Social), Cristina Diniz (Educação), Jandira Borges (adjunta de Políticas Públicas para Mulheres), Mônica Santos (Defesa Social e Segurança Pública), Irapoã Nóbrega (Serviços Urbanos), Elequicina Santos (Mobilidade Urbana), Fernando Fernandes (Governo) e assessores das secretarias.

por Caboré Locações Publicado em Notícias

PF cumpre 600 mandados em operação contra facção criminosa; Justiça bloqueia até R$ 252 milhões

Uma força-tarefa coordenada pela Polícia Federal (PF) realiza, na manhã desta segunda-feira (31), megaoperação contra uma facção criminosa ligada ao tráfico de drogas. A Justiça de MG bloqueou cerca de R$ 252 milhões em contas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

  • Força-tarefa detalha megaoperação em coletiva; saiba mais

São cumpridos mais de 600 mandados de prisão e de busca e apreensão. Ao todo, 422 são de prisão, sendo parte deles (179) contra pessoas que já estão detidas. As ordens são cumpridas em 19 estados e no Distrito Federal (veja a lista mais abaixo).

Entre os alvos estão integrantes do PCC, familiares e outras pessoas responsáveis por lavar dinheiro para a organização. O estado com o maior número de mandados de prisão é o Paraná, com 101.

Segundo a PF, esta é a maior operação da corporação em número de estados, mandados e valores apreendidos. Só em um endereço, em Santos, no litoral de São Paulo, agentes encontraram R$ 2 milhões e US$ 730 mil em espécie.

Em Cuiabá (MT), houve confronto e um policial acabou baleado. Ele foi salvo pelo colete à prova de balas.

“É um operação histórica porque não veicula as prisões de baixo escalão. Ela veicula a localização de esquemas de lavagem de dinheiro, de como esses valores são movimentados. Ela visa, acima de tudo, desarticular, desestabilizar, quebrar a parte financeira da organização criminosa. Não estamos mais no viés de realizar operações prendendo membro de baixo escalão ou simplesmente apreendendo drogas. Sempre o objetivo é enfraquecer essas organizações criminosas”, disse o delegado Elvis Secco, coordenador geral de repressão a drogas e facções criminosas da PF.

Como funcionava o esquema

De acordo com as investigações, 220 pessoas que estão atualmente detidas em presídios federais recebiam um auxílio mensal da facção por terem alcançado cargos de alto escalão na organização criminosa ou por terem realizado missões, como a execução de servidores públicos.

O delegado Alexander Castro, coordenador da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO) em MG, afirmou que o pagamento variava dependendo da função ocupada pela pessoa dentro do esquema. O responsável pela morte de um juiz ou de um policial, por exemplo, recebia mais do que chefes do primeiro escalão.

Eles destacaram ainda que essas missões eram realizadas antes da entrada destes criminosos no sistema prisional. “O Depen participa dessa força integrada, ele nos ajudou com inteligência. O nosso foco hoje é a lavagem de dinheiro de capitais que circula fora do sistema prisional”, explicou o delegado Cairo Duarte, superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais.

Os pagamentos eram feitos por meio de contas de pessoas que não pertenciam à facção, a fim de evitar a identificação dos recursos por parte das autoridades. “A gente tem certeza com comprovantes desde janeiro de 2018”, completou Castro.

A operação batizada de Caixa Forte – Fase 2 é realizada pela FICCO, composta por PF, Polícia Civil de Minas Gerais, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e Departamento Penitenciário de MG. As investigações desta etapa começaram há um ano.

“A Fase 1 investigou o ‘Setor do Progresso’ da maior facção criminosa do Brasil e, na documentação apreendida, nós identificamos que parte desse dinheiro estava sendo canalizado para contas de um determinado setor, o denominado ‘Setor da Ajuda’, que dentro da facção paga uma espécie de mesada, de salário”, afirmou Castro.

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Quatro homens são presos suspeitos de estupro coletivo em Acari

Quatro homens foram presos em flagrante suspeitos de praticar estupro coletivo contra uma jovem de 19 anos na noite deste domingo (30) em Acari, na região Seridó potiguar. O caso aconteceu durante uma festa que era realizada em uma casa. Os detidos negam o crime.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo estava na festa, mas, por causa do barulho, a vítima e os quatro suspeitos teriam saído da casa e ido para um local mais afastado. Segundo a vítima, foi nesse momento que o crime teria acontecido.

A mulher foi ouvida pelo delegado Bruno Barcelos e encaminhada para o Instituto Técnico Científico de Perícia, para passar por exames. Os laudos periciais ainda não têm data para ser enviados aos investigadores.

Os quatro homens foram autuados em flagrante e ficaram presos em Caicó, onde foram ouvidos também pelo delegado. A Polícia Civil não passou mais detalhes sobre o caso.

O advogado Ariolan Fernandes, que defende três dos quatro suspeitos, afirmou que toda a relação foi consentida e, ao ser flagrada no ato por uma pessoa com quem manteria um relacionamento, a vítima teria “criado a estória” que foi forçada. Segundo ele, foi essa pessoa quem acionou a polícia.

por Caboré Locações Publicado em Notícias